Por Dilene Prado
Desde o início da década de 1990, a preocupação com a preservação do meio ambiente passou a ser pauta na agenda não só dos principais países do mundo, mas também das empresas e dos cidadãos. A partir de projetos de sustentabilidade, criou-se uma consciência de que o homem deve preservar o meio em que vive, para garantir seu futuro e o de seus descendentes.
Essa preocupação tem atingido até mesmo a mídia, que contribui com o feito em certas propagandas nas quais pede que o consumo de água seja reduzido, pois os reservatórios estão secos. A Organização de Nações Unidas (ONU) trabalha com projetos para sustentabilidade.
Este projeto sobre a água está entre 17 objetivos para transformar o mundo. As Nações Unidas têm como determinação proteger o planeta da degradação, sobretudo por meio do consumo e da produção sustentáveis, da gestão sustentável dos seus recursos naturais e da adoção de medidas urgentes para frear a mudança climática, para que seja possível suportar as necessidades das gerações presentes e futuras.
Não teremos um futuro saudável se não optarmos por um novo ajuste na consciência ambiental. Ultimamente, falar em preservação é praticamente uma unanimidade de discurso, porém, muito pouco do que se fala é levado para a prática. Muitos, ao sair de um cômodo, deixam a luz acesa, ou vão de automóvel para um mercado que fica a menos de um quilômetro do lugar em que se encontram.
É necessário mudar a forma de pensar, pois mesmo que algumas pessoas tentem fazer algo para ajudar o meio ambiente, centenas de milhares de outras fazem o oposto, destruindo-o, mesmo que em pequena escala. E, sem o meio ambiente, o que resta para nós? Somos apenas parte dele, não seus donos, e isso é fato. Acabe com a água, e de que adiantarão todos os avanços científicos e tecnológicos, todo o capital acumulado, se não tivermos vida.
